Garce

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa: conheça os sintomas e tratamento das doenças inflamatórias intestinais



No Brasil, as Doenças Inflamatórias Intestinais (DII) atingem 13,25 em cada 100 mil habitantes, sendo 53,83% de doença de Crohn e 46,16% de retocolite ulcerativa, segundo dados apresentados no “I Congresso Brasileiro de Doenças Inflamatórias no Brasil (GEDIIB)”, realizado em abril, na cidade de Campinas (SP). No mundo, essa condição atinge mais de 5 milhões de pessoas, segundo dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP).
As DII podem ser definidas como um grupo de doenças crônicas, que causam um processo inflamatório no trato gastrointestinal. Representadas pela doença de Crohn e a retocolite ulcerativa, as DII podem ocorrer em qualquer idade, mas são mais comuns em adolescentes e adultos jovens, entre 15 e 40 anos, tendo um segundo pico de incidência por volta dos 55 e 60 anos.
Segundo a gastroenterologista e coordenadora clínica do Ambulatório de Doenças Inflamatórias Intestinais do Hospital Felício Rocho, Carolina de Paula Guimarães Baía, a doença de Crohn é mais comum em mulheres e tem caráter transmural, podendo ocorrer em qualquer parte do trato digestivo, da boca ao ânus.  “Já a retocolite ulcerativa, parece acometer igualmente homens e mulheres e ocorre apenas no reto e cólon (intestino grosso), com um processo inflamatório restrito a mucosa e de ocorrência contínua”, explica.
Carolina Baia destaca que de um modo geral, as doenças inflamatórias intestinais têm maior incidência em países desenvolvidos, como os do norte da Europa, os Estados Unidos e o Canadá.
De acordo com a médica, nos últimos anos houve um aumento do número de casos em outras regiões europeias, no Japão e em algumas regiões da América do Sul, como a Argentina, Chile, Uruguai e nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. “Acredita-se que essa preferência por países desenvolvidos esteja relacionada ao elevado padrão de higiene. Existe uma teoria que defende que a falta de contato com agentes infecciosos e parasitários na infância, faria com que o sistema imunológico dessas pessoas se tornem incapazes de produzir respostas imunológicas adequadas, o que contribuiria para o desenvolvimento da doença”, esclarece.
Carolina de Paula Guimarães Baía ressalta que os fatores ocasionadores das DII e a maneira que os mesmos se manifestam, ainda são pouco compreendidos. Segundo ela, alguns autores defendem que a flora intestinal pode estar envolvida no processo de desenvolvimento da doença. “Outras causas observadas, é que pacientes com este tipo de enfermidade, geralmente, têm um sistema imunológico alterado e um intestino mais permeável à entrada de diversos microrganismos. Fatores ambientais parecem estar envolvidos e vários já foram implicados, como a dieta, o uso de contraceptivos orais, vacinas e infecções, mas o único que tem o seu envolvimento comprovado é o tabagismo. O fumo parece predispor à doença de Crohn e piorar o seu curso”, comenta.
As doenças inflamatórias intestinais se caracterizam por períodos sintomáticos e assintomáticos. Dentre seus principais sintomas estão a dor abdominal, diarreia, emagrecimento, palidez, febre, perda de apetite e fraqueza. Os pacientes também podem apresentar manifestações extra-intestinais da doença como dor e inflamação das articulações (artrite e artralgia), aftas na boca, lesões de pele como eritema nodoso e pioderma gangrenoso, alterações oculares e colangite esclerosante primária.
Na doença de Crohn a sintomatologia é variável e depende do local acometido, com isso, se a mesma ocorrer no estômago e duodeno, por exemplo, o paciente pode apresentar apenas dor abdominal, náuseas e vômitos. “Caso a doença atinja o intestino delgado e/ou grosso, os principais sintomas são a diarreia e a dor abdominal. A inflamação também pode causar a formação de fístulas (canal patológico de comunicação entre dois órgãos), a obstrução do intestino e quadros semelhantes à uma apendicite aguda”, aponta.
No caso da retocolite ulcerativa, os sintomas podem se manifestar por meio de diarreia com presença de sangue e dor abdominal, sem a formação de fístulas ou obstrução intestinal.
Por não apresentar sintomas específicos e não dispor de exames direcionados para o reconhecimento da doença, o diagnóstico das DII é um grande desafio. Carolina Baia explica que o diagnóstico da patologia é realizado associando-se a sintomatologia dos pacientes às alterações em exames laboratoriais de imagem e em análises endoscópicas e histológicas. “É preciso considerar todas as particularidades dos sintomas e alterações em exames dos pacientes, pois várias outras doenças podem apresentar as mesmas características”, alerta.
Até o momento, as DII não têm cura, mas dispõem de tratamentos que promovem uma melhor qualidade de vida aos pacientes “O tratamento convencional envolve a indicação de aminossalicilatos, corticóides e imunossupressores. Caso o paciente não obtenha resposta satisfatória a todos estes métodos, é indicado o uso de medicamentos biológicos. O tratamento cirúrgico também pode ser necessário, mas geralmente só é realizado nos casos de complicações como fístulas, abscessos, estenoses, perfurações, megacólon ou naqueles pacientes refratários a todo arsenal terapêutico”, conclui.

Fonte: https://jeonline.com.br/noticia/14193/doenca-de-crohn-e-retocolite-ulcerativa-conheca-os-sintomas-e-tratamento-das-doencas-inflamatorias-intestinais

domingo, 17 de junho de 2018

Tem artrite reumatoide? Seu irmão corre mais risco de infartar


Estudo sueco aponta para um fator comum por trás da inflamação que, além de afetar as juntas, também pode prejudicar o sistema cardiovascular
artrite reumatoide é uma doença crônica marcada pelo acometimento de diferentes articulações do corpo, o que causa dor e limita a realização das atividades diárias. Algumas pesquisas científicas já haviam demonstrado que o paciente que convive com essa condição tem maior probabilidade de sofrer angina ou até mesmo um ataque cardíaco.

Um novo trabalho apresentado ontem (dia 15) durante o Congresso Europeu de Reumatologia (Eular), que acontece em Amsterdã, na Holanda, foi além: os experts do Instituto Karolinska, na Suécia, descobriram que os irmãos dos pacientes com artrite reumatoide também apresentam maior probabilidade de encrencas no peito.

Para chegar à essa conclusão inédita, eles avaliaram dados de 7 492 suecos com o problema nas juntas e dos 10 671 irmãos deles. As informações foram comparadas com os parâmetros de saúde de 35 120 sujeitos saudáveis e de seus 47 137 irmãos.

Os resultados mostraram que a artrite reumatoide eleva em 44% o risco de um piripaque cardíaco. Enquanto isso, os irmãos (que não tinham nenhum acometimento articular digno de nota) apresentavam um risco 23% superior em relação ao restante da população.

Acredita-se que as mesmas substâncias que lesam a membrana sinovial, estrutura que envolve as articulações, estejam por trás de um desgaste na parede dos vasos sanguíneos. Esse prejuízo, em longo prazo, pode desembocar num infarto. A inflamação seria uma característica comum entre duas (ou mais) pessoas da mesma família.

“Reforçamos a evidência de que há uma suscetibilidade compartilhada entre artrite reumatoide e doenças cardiovasculares”, comentou a epidemiologista Helga Westerlind, autora do estudo, ao comitê de imprensa do Eular. “Apesar de ainda precisarmos de novas investigações nessa área, acreditamos que é preciso adotar outras medidas de proteção cardiovascular que vão além do tratamento reumatológico tradicional”, completa.

E eu com tudo isso?

Apesar de os achados serem bastante interessantes, os médicos pedem cautela. Em primeiro lugar, é preciso que mais estudos sejam publicados para comprovar a ligação. Por enquanto, a recomendação continua a mesma: procure o reumatologista se sentir qualquer desconforto ou dor persistente. O diagnóstico precoce da artrite reumatoide faz toda a diferença para o sucesso do tratamento.

No geral, vale ainda acompanhar de perto a saúde do coração: o médico pode prescrever exames simples para avaliar alguns parâmetros importantes, como o colesterol e a pressão arterial. Além disso, ter uma vida saudável, praticar exercício físico com regularidade e fazer uma dieta equilibrada são os primeiros passos para que o corpo fique sempre em ordem.

Fonte: https://saude.abril.com.br/medicina/tem-artrite-reumatoide-seu-irmao-corre-mais-risco-de-infartar/

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Cartão da Consulta GARCE-CE é lançado em Fortaleza e no Cariri



Atenção Pacientes Reumáticos lançado em Fortaleza e no Cariri-CE o Cartão da Consulta - Saiba tudo sobre o “Cartão da Consulta”: Finalidade, Importância de levar no Dia da Consulta, Como Preencher e Onde Receber.

1- O “Cartão da Consulta”. É uma ferramenta idealizada pelo GARCE – Grupo de Apoio aos Pacientes Reumáticos do Ceará e construído por médicos (as) Reumatologistas de referência da Sociedade Cearense de Reumatologia – SCR, foram eles: Dra. Rejane Abreu Vieira, Dr. André Xenofonte Sampaio, Dra. Patrícia Macedo, Dra. Susyane Ribeiro.
2-  Porque foi criado? Como sabemos o tempo que dispomos numa consulta muitas vezes não é suficiente, principalmente a consulta pelo SUS. O GARCE, objetivando auxiliar no relacionamento com seu médico Reumatologista, perguntou aos mesmos o que gostariam de ouvir do paciente no ato da consulta? Como agir na minha consulta para auxiliar meu médico a tratar minha doença!
3-  Qual a finalidade? Tem o objetivo de educar o paciente no seu relacionamento com seu médico especialista, o que perguntar numa consulta, otimizando o tempo para buscar esclarecer dúvidas sobre o uso das medicações prescritas pelo seu médico, visando quebrar as barreiras que muitas vezes dificultam a adesão ao tratamento, provocando no paciente a vontade de discutir com seu médico, qual a melhor forma de tratar a doença.
4- Relação “Médico X Paciente”: O GARCE acredita que contribuindo com o despertar dos pacientes, através da informação e da educação em saúde, o paciente melhora a comunicação com o seu médico, passando a ter condições de tomar a melhor decisão compartilhada com maior adesão e engajamento em seu tratamento. Quebrando essa barreira a consulta fica mais produtiva e a adesão ao tratamento mais facilitada.
5- Posso levar o meu "Cartão da Consulta" para outros especialistas? Este cartão é para o acompanhamento do seu tratamento com o seu Reumatologista, mas não impede de você apresenta-lo em outras especialidades: Cardiologia, Nefrologia, Dermatologia, e etc. Inclusive é importante para auxiliar na interação medicamentosa, no caso de esquecer qual medicação você está usando, enfim...
6- Como preencher? No Cartão da Consulta, você irá preencher seus dados, perguntar ao seu médico algumas informações para você acrescentar no seu Cartão. Você encontrará alguns itens mais técnicos que o seu Reumatologista irá preencher, no próprio cartão informa os dados que devem ser preenchidos pelo médico.
Seu Cartão da Consulta além de auxiliar na Relação Médico X Paciente, irá auxiliar também na Farmacovigilância.
7- O que é "Farmacovigilância"?: É definida como atividades relativas à identificação, avaliação, compreensão e prevenção de efeitos adversos ou quaisquer problemas relacionados ao uso de medicamentos”. Cabe à Farmacovigilância identificar, avaliar e monitorar a ocorrência dos eventos adversos relacionados ao uso dos medicamentos comercializados no mercado brasileiro, com o objetivo de garantir que os benefícios relacionados ao uso desses produtos sejam maiores que os riscos por eles causados.
8- Onde recebo o meu "Cartão da Consulta"? O GARCE é a associação de Pacientes Reumáticos do Ceará e por enquanto o Cartão está disponível para os pacientes reumáticos do Ceará, o que não impede que associações de pacientes de outros estados nos solicite o crédito para utilizá-lo e distribui-los com os pacientes de suas associações. 
Teremos o maior prazer de compartilhar!

9- No estado do Ceará estaremos distribuindo o "Cartão da Consulta" nas reuniões e eventos promovidos pelo GARCE.

Tire suas dúvidas, entre em contato através do fone: (85) 32412428 e (85) 999897121 (WhatsApp), teremos o maior prazer em atendê-los. Marta Azevedo - Presidente GARCE-CE.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

DMARDS são seguros no tratamento da artrite reumatoide?


Artrite reumatoide é uma doença autoimune, inflamatória, sistêmica e crônica. Poliartrite aguda (70%) com sinovite persistente nas mãos (91%) e rigidez matinal prolongada (mais de 2 horas) são apresentações clínicas mais comuns segundo dados de um estudo brasileiro de pacientes com artrite reumatoide inicial.
A rigidez matinal pode ser o sintoma inicial e costuma ser um vestígio de doença ativa. As articulações interfalangianas proximais e metacarpofalangianas são acometidas em mais de 90% das ocorrências.
O manejo de pacientes com artrite reumatoide depende do estágio, atividade e gravidade da doença, variando de acordo com as características individuais e com a resposta aos regimes prévios de tratamento.
O objetivo final do tratamento é suprimir a inflamação articular e deve ser realizado o mais rápido possível com intuito de induzir remissão, prevenir e controlar a lesão articular, perda de função e alívio da dor, tentando melhorar a qualidade de vida dos pacientes, uma vez que não há cura definitiva.
Uma infinidade de medicamentos modificadores do curso da doença (em inglês, Disease Modifying Antirheumatic Drugs, DMARDS) convencionais, biológicos e sintéticos podem ser utilizados em diferentes sequencias e/ou combinações no tratamento da artrite reumatoide.
Uma revisão sistemática da literatura de estudos observacionais foi publicada recentemente por Ramiro e colaboradores. Seu objetivo foi comparar a segurança de qualquer DMARDS com outra intervenção no manejo de pacientes com artrite reumatoide.
A pesquisa foi realizada nas seguintes bases de dados: MEDLINE, EMBASE e The Cochrane CENTRAL Register of Controlled Trials até março de 2016, sem restrições de idioma. Todos os desfechos de segurança foram incluídos.
Vinte e seis estudos observacionais abordando diversos resultados de segurança preencheram os critérios de elegibilidade.
Pacientes em uso de DMARDs biológicos comparados com pacientes em uso de DMARDs sintéticos convencionais apresentaram maior risco de infecções graves (hazard ratio [HR] ajustado: 1,1 a 1,8), sem diferenças entre os DMARDs biológicos, maior risco de tuberculose (HR ajustado: 2,7 a 12,5), mas sem risco aumentado de infecção por herpes zoster.
Os pacientes que receberam DMARDs biológicos não apresentaram um risco aumentado de malignidades em geral, linfoma ou câncer da pele não melanoma, mas foi observado que o risco de melanoma foi ligeiramente aumentado.
Estes resultados confirmam o padrão de segurança conhecido de DMARDs biológicos, incluindo o inibidor do fator de necrose tumoral (TNFi) e não-TNFi, para o tratamento da artrite reumatoide.

domingo, 3 de junho de 2018

Ministério da Saúde, recebe sugestões da sociedade civil para o tratamento da Psoríase


A consulta pública nº26/2018, recomenda o fornecimento no SUS de adalimumabe e secuquinumabe, para o tratamento da psoríase. E não fornecerá etanercepte, infliximabe e ustequinumabe. Os 5 medicamentos biológicos são importantes para os pacientes com psoríase, por isso, envie sua contribuição.

Os cinco medicamentos agem em pontos específicos do sistema imunológico e têm por mecanismo de ação inibir o processo inf lamatório. Esses medicamentos ainda não estão no rol de opções ofertadas pelo SUS para psoríase. Os biológicos devem ser indicados para os pacientes adultos com psoríase de grau moderado a grave que apresentem falha de resposta ou contraindicação ao uso de fototerapia, metotrexato, acitretina e ciclosporina.

A CONITEC analisou os estudos apresentados pelo demandante que avaliavam as evidências científicas sobre eficácia, segurança, custo-efetividade e impacto orçamentário de adalimumabe, etanercepte, infliximabe, secuquinumabe e ustequinumabe para o tratamento de psoríase moderada a grave. Os estudos incluídos  avaliaram que a psoríase constitui uma doença crônica com prejuízo importante na qualidade de vida e com aumento de mortalidade. Uma parcela dos pacientes com doença mais grave não responderá aos medicamentos atualmente disponíveis no SUS.

Nesses casos, o uso dos biológicos estariam indicados. Os resultados apresentados pelos estudos fornecem um embasamento para qualificar infliximabe, adalimumabe, ustequinumabe, etanercepte e secuquinumabe como seguros e eficazes para tratamento de casos selecionados de psoríase moderada a grave que não respondam ou tenham contraindicação de uso à terapia padrão atual. Em relação aos custos com a inclusão desse medicamento no SUS, considerando os dados obtidos na avaliação econômica o adalimumabe parece ser a tecnologia com melhor custo por resposta apresentada, seguido do etanercepte e infliximabe. O secuquinumabe e ustequinumabe apresentaram maiores custos por resposta.

Convidamos toda a população, pacientes com psoríase  e demais patologias para contribuir com sua sugestão, pacientes que convivem com a doença necessitam do seu apoio para que essas tecnologias sejam fornecidas no SUS.  Médicos e profissionais da equipe multidisciplinar podem e devem participar!

Não perca tempo! O prazo para contribuir é até o dia 14 de junho de 2018. Se você tem dificuldades para preencher a consulta pública, disponibilizamos abaixo um passo a passo:








Quem pode contribuir?
Pacientes, amigos e familiares, profissionais da saúde, associações de pacientes e toda sociedade civil.

► Experiência ou opinião: “evidência do paciente” – “como paciente, familiar ou sociedade civil”, contando a sua  Experiência ou opinião, nesse tipo de contribuição você pode compartilhar sua experiência com o uso dos medicamentos adalimumabe, etanercepte, infliximabe, secuquinumabe e ustequinumabe e convivência com a doença. Caso não seja usuário de algum desses medicamentos, ainda assim você pode contribuir, falando sobre a sua experiência de vida com a doença e as razões que te fazem acreditar na importância dessas terapias biológicas. Para participar preencha o formulário “experiência ou opinião”, disponível no link: https://goo.gl/qH7p2W

 Contribuição técnica-científicaevidência científica – Contribuindo com análise médica da consulta pública, enviando documentos e artigos científicos que provem a eficácia, segurança e custo-efetividade dos medicamentos adalimumabe, etanercepte, infliximabe, secuquinumabe e ustequinumabe, com base em evidências científicas, este tipo de contribuição é voltada para associação de pacientes através do conselho cientifico, médicos e profissionais da saúde. Para participar preencha o relatório técnico, disponível no link: https://goo.gl/6EyxPp

A CONITEC recomendou inicialmente a inclusão no SUS os medicamentos adalimumabe, etanercepte, infliximabe, secuquinumabe e ustequinumabe para o tratamento da psoríase moderada a grave, Vamos Fortalecer a necessidade da contribuição dos médicos, pacientes e associações de pacientes.  Participe, envie sua contribuição. 

Leia o relatório para sociedade e entenda melhor: